Portugal.

Temos em nós todos os sonhos do mundo!!!

A frase, melhor, o pensamento não é nosso, mas acaba por sê-lo, pois Fernando Pessoa é nosso.

 

“Tenho em mim todos os sonhos do mundo.”

 

E na realidade temos, temos cerca de 3000 horas de sol por ano e 850km de costa com magnificas praias para desfrutar, banhadas por um oceano, Atlântico, moderado na sua força de ondulação, mas com o vigor necessário para nos dar das maiores ondas do mundo, no famoso canhão da Nazaré.

 

Sim, somos pequenos, mas gigantes na nossa pequeneza.

 

É dentro das fronteiras mais antigas da europa que encontramos uma diversidade única de paisagens com um património cultural e gastronómico ímpar, quer seja para um fim de semana, férias mais prolongadas ou mesmo fazer desta a nossa casa.

 

Encontramo-nos no extremo sudoeste da europa, com os arquipélagos da Madeira, a cerca de 500km do continente africano, e Açores no meio do nosso vasto Atlântico, onde fazemos vizinhança com o continente norte americano.

Pois, na realidade tem toda a razão quando pensa, como agora, “mas o que fazer num país que mais parece uma aldeia?” E é aí que voltamos a Pessoa, pois temos em nós todos os sonhos do Mundo,

Arte e cultura,

Como seria de esperar, do país com as fronteiras mais antigas da europa, tem para nos oferecer uma vastíssima riqueza cultural que nos deu, entre outros, a arte manuelina; fado; a arte urbana, as aldeias de xisto; a cortiça e a sua arte de trabalhá-la; o cante alentejano; Vale do Douro; Pinturas rupestres ancestrais; Caminhos de fé e Fátima; Herança judaica; Rota do Românico e dos Santuários Marianos; Templários; Carnaval de Podence; Parques pré históricos, entre tantos, tantos outros;

E como a Arte e cultura não enchem a barriga,

Portugal tem uma gastronomia tão variada quanto a sua paisagem.

 

Feche os olhos por um momento… imagine-se num lugar onde da azeitona se transforma em ouro. O azeite virgem Português, um dos melhores do mundo, é, nesta pequena aldeia, produzido em duas regiões com distintos traços característicos.

Se no Norte, Trás-os-Montes, a sua acidez e robustez lhe conferem um gosto mais marcante, como as suas gentes, temos o alentejano que nos embala com a sua doçura, como se de um cante alentejano se tratasse.

 

Mas para que servia o azeite sem o peixe? o peixe fresco da nossa vastíssima costa marítima, que nos serve a sardinha da Figueira da Foz; os atuns rabilhos dos Açores; as bruxas da Madeira; Ostras e bivalves do Algarve; carapaus e santolas da região de Lisboa.

 

E o Rei? Para o esse o azeite presta-se a cozinhá-lo de 1001 maneiras, são quantas as receitas de que se fazem o bacalhau.

 

Em carnes, temos o porco preto, barrosã, dos açores…

 

Chatice é, além disto tudo, ainda termos os vinhos, que temos! Ora são do Alentejo, Douro, Bairrada, Lisboa, Algarve, Porto, Madeira, tintos, brancos, rosés, verdes, maduros, espumantes, licorosos.

 

E ainda os doces, conventuais, tradicionais o pastel de nata, mas, não se chateiem os mais salgadiços, para esses temos os queijos, da serra, curados, verdes, frescos…

E desporto? Golfe, claro.

Não só pelo prazer que o tempo ameno nos reserva para as tacadas, mas os cenários deslumbrantes e a simpatia com que os golfistas são recebidos.

 

Eleito pelos Golf Awards como Melhor Destino de Golfe na Europa, por seis anos consecutivos, entre 2014 e 2019, e como melhor destino do Mundo, entre 2014 e 2018, Portugal tem uma grande diversidade de campos com características únicas.

 

Mas, quando, na remota hipótese de, nos aborrecermos com tudo isto, estamos sempre a tempo de, em pouco tempo, estar em qualquer capital europeia para contar aos nossos amigos o quanto temos saudade de regressar, a isto se chama fado. 

 

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